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O mundo está na espera das tarifas recíprocas dos EUA. O cenário não é bom para o Brasil

Natalia Viri, Juliana Alves

28 de março de 2025 às 14:22

Andrew-Caballero Reynolds/AFP

Em meio às diversas ameaças de Donald Trump, os mercados estão em compasso de espera em relação às tarifas recíprocas, que serão anunciadas pelo presidente americano no próximo dia 2, batizado com o nome sugestivo de “Dia da libertação" do comércio americano

akub Porzycki/NurPhoto/Getty Images

Essas tarifas serão voltadas principalmente para os países que impõem taxas aos produtos importados dos Estados Unidos – e, nesse sentido, o Brasil pode ser um dos principais alvos, aponta a Fitch.

TIMOTHY A. CLARY /AFP

Um estudo da agência de classificação de risco coloca em perspectiva o tamanho do diferencial entre as tarifas praticadas por uma lista de 28 países em relação aos Estados Unidos.<br /> <br />

Mandel Ngan/AFP

De um lado, estão as tarifas cobradas hoje pelas nações para importar produtos americanos. De outro, o quanto os Estados Unidos tarifam as importações desses mesmos países.<br /> <br />

Tales Azzi/Pulsar Imagens/Exame

O quadro é pouco animador para o Brasil. O país é considerado o mais favorecido hoje pelos Estados Unidos, quando se leva em conta apenas uma média simples das tarifas cobradas por todos os produtos envolvidos no comércio exterior entre as duas nações.<br />

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