ESG

A estratégia da Linus para limpar os oceanos e alinhar sustentabilidade com negócios

Letícia Ozório

10 de março de 2025 às 11:35

Linus/Divulgação

A Linus, marca de lifestyle sustentável conhecida pelas sandálias coloridas, tem se destacado por iniciativas ambientais que vão além da escolha de materiais.

Em sua mais recente ação, a empresa firmou parceria com a organização ambiental Seven Clean Seas para retirar uma tonelada de plástico dos oceanos.

Reprodução/Youtube/Reprodução

A iniciativa nasceu de uma sugestão de Renato Nicoletti, distribuidor da marca para a Oceania, que viu a possibilidade de expandir as ações de compensação ambiental da empresa para incluir a remoção de resíduos plásticos dos oceanos.

Para a gerente de marketing da empresa, Olívia Araújo, explorar mais frentes de atuação quando se trata da sustentabilidade. “A parceria com a Seven Clean Seas fortalece nosso compromisso em minimizar danos e gerar impacto ambiental positivo”, diz.

Fernanda Corsin/Divulgação

A CEO da empresa, Isabela Chusid, conta que a preocupação ambiental, no entanto, é um traço estrutural da Linus desde sua fundação em 2018. A empresa neutraliza suas emissões de carbono e compensa o uso de plástico e papel da operação por meio da reciclagem.

Outra iniciativa foi a parceria com a Operação Amazônia Nativa (OPAN), organização que atua pelo fortalecimento dos povos indígenas. A instituição recebe 100% do lucro obtido a partir da venda da cor Linus Amazônia.

Linus/Divulgação

A estratégia de sustentabilidade da Linus não se limita às ações externas. Desde a produção, a empresa adota materiais menos poluentes: suas sandálias são compostas por 70% de fontes renováveis, sendo totalmente recicláveis e livres de metais pesados.

Leo Martins/Divulgação

“Desde o início, a preocupação ambiental, social e financeira tem que estar presente em todas as decisões, do produto ao financeiro, da logística à entrega”, diz Chusid.

Entre os planos, está uma parceria com a Playpiso para transformar sandálias usadas em pisos esportivos, criando novos ciclos produtivos. "Nosso papel é mostrar que é possível ser sustentável e, ao mesmo tempo, lucrativo", disse.

Leia mais: