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Hackers voltam a invadir site do Senado dos Estados Unidos

Uma série de invasões constrangedoras tem ocorrido nas últimas semanas; FMI, Google, e Citigroup já foram vitimas

Senado dos EUA: corte deve ser aprovado facilmente e depois vai passar pela Câmara (Wikimedia Commons)

Senado dos EUA: corte deve ser aprovado facilmente e depois vai passar pela Câmara (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 27 de junho de 2011 às 13h41.

Washington - Hackers invadiram o site público do Senado dos Estados Unidos pela segunda vez em uma semana, mas foram impedidos de coletar dados confidenciais, afirmou uma porta-voz de segurança na quarta-feira. O site do Senado norte-americano fora hackeado no fim de semana, uma falha de segurança constrangedora para a importante instituição do país, motivando uma inspeção de todos os seus websites.

O ataque foi similar ao anterior, no qual hackers entraram no site público e baixaram informações, afirmou Martina Bradford, autoridade de segurança do Senado. "Eles não estão obtendo nada, mas os ataques continuam", disse Martina.

"Conseguimos ficar à frente dos hackers e mantê-los fora da rede principal do Senado". A organização de hackers libertários Lulz Security invadiu uma seção pública do site do Senado no fim de semana e anunciou que o havia hackeado em um tuite na segunda-feira. A palavra "Lulz" deriva da expressão "laugh out loud", ou "rindo alto".

Uma série de invasões constrangedoras tem ocorrido nas últimas semanas. O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi atingido, assim como Lockheed Martin, Citigroup, Google e Michaels Stores .

O Lulz assumiu a responsabilidade sobre ataques aos sites da Sony e das emissora PBS e Fox.com. A Fox é uma unidade da News Corp

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