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Com a redução da quarentena, vendas de smartphones sobem 17% na China

O alto crescimento na produção de smartphones na China indica uma retomada do setor eletroeletrônico e do consumo no país

Clientes conhecem o novo iPhone Se em uma loja da Apple em Nanjing, província de Jiangsu, China, na noite de 24 de abril de 2020 (Costfoto/Barcroft Media via Getty Images/Getty Images)

Clientes conhecem o novo iPhone Se em uma loja da Apple em Nanjing, província de Jiangsu, China, na noite de 24 de abril de 2020 (Costfoto/Barcroft Media via Getty Images/Getty Images)

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Reuters

Publicado em 12 de maio de 2020 às 11h13.

Última atualização em 12 de maio de 2020 às 14h31.

As remessas de smartphones das fábricas da China para os seus fornecedores aumentaram 17% em abril em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira.

Os números sugerem uma recuperação precoce para as fabricantes de smartphones como a Apple e a chinesa Huawei, e uma possível retomada na China para nas vendas de eletrônicos para os consumidores após a epidemia do novo coronavírus.

As fabricantes de celulares produziram 40,8 milhões de aparelhos em abril, bem acima dos 34,8 milhões registrados em abril de 2019. Os números são da Academia de Tecnologia da Informação e Comunicações da China (CAICT), um instituto de pesquisas apoiado pelo estado chinês.

Pela primeira vez em anos, o instituto não revelou a porcentagem de dispositivos Android fabricados, uma métrica que indicava quantos smartphones a Apple vendia na China a cada mês.

As consultorias privadas que acompanham o setor de smartphones, como Canalys, IDC e Counterpoint Research, relataram que, no primeiro trimestre, as remessas de dispositivos Apple na China tiveram uma retração.

A rival chinesa Huawei conseguiu manter as remessas relativamente estáveis no primeiro trimestre, enquanto as demais fabricantes chinesas Oppo, Vivo e Xiaomi tiveram queda de dois dígitos nas vendas de seus aparelhos com o surto de coronavírus.

A Apple e suas marcas rivais de smartphones não divulgam publicamente as vendas regionais.

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