Negócios

Uber quer vender parte das atividades na Ásia à concorrente Grab

A empresa americana prestadora de serviço de transporte de passageiros enfrenta uma concorrência feroz na Ásia

Uber: lançada em 2012, a Grab tem mais de 2 milhões de motoristas (Amr Abdallah Dalsh/Reuters)

Uber: lançada em 2012, a Grab tem mais de 2 milhões de motoristas (Amr Abdallah Dalsh/Reuters)

A

AFP

Publicado em 8 de março de 2018 às 19h11.

A empresa americana Uber quer vender a maior parte de suas atividades no sudeste asiático à concorrente local Grab, em troca de uma participação de até 30% nesta empresa, noticiaram veículos locais nesta quinta-feira (8).

A Grab "adquiriria as atividades da Uber em certos mercados da Ásia e a Uber ficaria com uma participação na Grab", indicou a agência especializada em notícias econômicas Bloomberg, que estima esta participação em torno de 20%, enquanto o Wall Street Journal sugere que chegaria a 30%.

Contatada pela AFP, a Uber não respondeu de forma imediata.

A empresa americana prestadora de serviço de transporte de passageiros enfrenta uma concorrência feroz na Ásia, não só da Grab, sediada em Singapura, mas também de outras, como Ola, na Índia, e Didi Chuxing, que domina o setor na China.

Lançada em 2012, a Grab tem mais de 2 milhões de motoristas em Singapura, Indonésia, Filipinas, Malásia, Tailândia, Vietnã, Mianmar e Camboja.

Oferece carros privados, táxis, motocicletas e serviços de viagem compartilhada.

Desde a chegada de seu novo diretor-executivo, Dara Khosrowshahi, a Uber trabalha para racionalizar suas operações e finanças, e melhorar sua imagem, ofuscada por muitos escândalos herdados do tempo de seu chefe-fundador, Travis Kalanick.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaFusões e AquisiçõesUber

Mais de Negócios

Quem ficou de fora do clube dos bilionários em 2025? Veja os nomes conhecidos

Das piscinas para a academia: Speedo lança equipamentos de musculação para faturar R$ 500 milhões

Aos 37, brasileiro constrói um dos maiores prédios de Miami com investimento de US$ 600 milhões

Como um programa de emagrecimento está transformando clínicas de estética em negócios milionários