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TIM nega negociações para ser fatiada entre rivais

TIM negou a transação em um comunicado enviado para a Bolsa de São Paulo, que questionou a empresa pela alta de 14,34% de suas ações ordinárias ontem


	TIM: empresa atribuiu a volatilidade à notícia publicada na quarta-feira de que a espanhola Telefônica, dona da operadora Vivo, a mexicana América Móvil (Claro) e a Oi pretendem pagar US$ 15 bilhões pela TIM
 (Marc Hill/Bloomberg)

TIM: empresa atribuiu a volatilidade à notícia publicada na quarta-feira de que a espanhola Telefônica, dona da operadora Vivo, a mexicana América Móvil (Claro) e a Oi pretendem pagar US$ 15 bilhões pela TIM (Marc Hill/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 11 de dezembro de 2014 às 11h01.

Rio de Janeiro - A operadora de telefonia TIM, filial da Telecom Italia e a segunda maior empresa do setor no Brasil, negou nesta quinta-feira a existência de qualquer negociação para vender a empresa e dividi-la entre suas três maiores rivais.

A TIM negou a transação em um comunicado enviado para a Bolsa de São Paulo, que questionou a empresa pela abrupta alta de 14,34% de suas ações ordinárias ocorrida ontem.

A empresa atribuiu a volatilidade à notícia publicada na quarta-feira de que a espanhola Telefônica, dona da operadora Vivo, a mexicana América Móvil (Claro) e a Oi pretendem pagar US$ 15 bilhões pela TIM.

A possível operação foi revelada em agosto, quando a Oi informou em um comunicado que tinha contratado o banco BTG Pactual para avaliar uma possível aquisição da participação que a Telecom Italia tem na TIM.

Porta-vozes de Claro também admitiram que mantiveram contatos com o BTG Pactual, mas Telefônica e a TIM negaram o negócio por várias vezes, apesar das constantes notícia"s veiculadas sobre a transação.

Na segunda-feira, a Oi anunciou a venda de sua participação na Portugal Telecom (PT) ao grupo luxemburguês Altice por 7,4 bilhões de euros, valor que poderia ser usado na possível operação de aquisição da TIM.

A Telefônica se encontra em processo de redefinição de suas relações com a Telecom Italia, grupo do qual é acionista, pois os órgãos reguladores brasileiros questionam a possibilidade da companhia controlar ao mesmo tempo a Vivo e a TIM, as duas maiores operadoras do país.

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