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Shopping em São Paulo terá detector de metais

Após sofrer dois assaltos em menos de um mês, Shopping Cidade Jardim passará também a fazer triagem de veículos

Interior do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo: é a primeira vez no Brasil que um shopping adota medidas parecidas (Leo Feltran/Exame/Exame)

Interior do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo: é a primeira vez no Brasil que um shopping adota medidas parecidas (Leo Feltran/Exame/Exame)

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

São Paulo - Após sofrer dois assaltos em menos de um mês, o Shopping Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo, anunciou na quinta-feira (10) novas medidas de segurança. Entre elas, abordagem e triagem de veículos "para entrada e circulação no complexo" e instalação de detectores de metal "em alguns acessos". É a primeira vez que um shopping brasileiro adota medidas desse tipo.

O Cidade Jardim não forneceu detalhes a respeito da forma de abordagem ou de quais pessoas terão de passar pela detecção de metais. Por meio de sua Assessoria de Imprensa, informou que a abordagem será realizada "de modo geral, sem discriminar público", sejam clientes, funcionários ou fornecedores.

O jornal "Estado de S. Paulo" apurou ontem que o plano de segurança prevê detectores de metais do tipo raquete. Eles seriam usados apenas na entrada da porta 8, na lateral do shopping, das 6 horas às 10 horas. É por essa porta que passarão a entrar funcionários, fornecedores e clientes da academia de ginástica do shopping.

Além disso, a porta 7, usada pelos ladrões que roubaram a relojoaria Corsage, única representante da Rolex na América Latina, ficará definitivamente fechada. Localizada ao lado da porta principal, é por meio dela que atualmente funcionários entram no shopping antes do horário de funcionamento.

No caso dos carros, apenas funcionários e fornecedores não ficariam mais na região das docas do shopping. As revistas e restrições à circulação de carros não atingiriam, portanto, os clientes depois da abertura do shopping, das 10 às 23 horas. A ideia seria aumentar a segurança sem transformar o shopping em um bunker. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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