Negócios

Netflix registra prejuízo no primeiro trimestre

Investidores estão preocupados com a previsão de novas assinaturas no segundo trimestre da empresa

A ação caiu 13,6% nos negócios do after-market, após fechar a US$ 101,84 (Justin Sullivan/Getty Images)

A ação caiu 13,6% nos negócios do after-market, após fechar a US$ 101,84 (Justin Sullivan/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de abril de 2012 às 22h50.

A empresa de locação de vídeos Netflix registrou prejuízo no primeiro trimestre, mas as perdas foram menos exorbitantes do que o mercado esperava. Ainda assim, a ação da companhia caiu após uma previsão desapontadora de novas assinaturas no próximo trimestre.

A ação caiu 13,6 por cento nos negócios do after-market, após fechar a 101,84 dólares.

Investidores estão preocupados com a previsão de novas assinaturas no segundo trimestre da empresa, disse o analista Michael Pachter, do Wedbush Securitie. A Netflix disse que o valor líquido advindo de novas assinaturas domésticas do serviço de streaming no segundo trimestre será menor do que o mesmo dado no segundo trimestre de 2010, embora espere que o valor total no ano seja "aproximadamente o mesmo de 2010".

"Eles estão alertando o mercado de que a história de crescimento acabou", disse Pachter, cuja recomendação relativa ao papel da Netflix é "vender".

A Netflix registrou 870 milhões de dólares em receita no primeiro trimestre, 21 por cento acima do mesmo período no ano anterior. O lucro líquido caiu, e a empresa divulgou prejuízo de 0,08 dólar por ação. Analistas haviam previsto um prejuízo de 0,27 dólar por ação, de acordo com dados do serviço Thomson Reuters I/B/E/S.

Acompanhe tudo sobre:BalançosEmpresasNetflixPrejuízo

Mais de Negócios

Das piscinas para a academia: Speedo lança equipamentos de musculação para faturar R$ 500 milhões

Aos 37, brasileiro constrói um dos maiores prédios de Miami com investimento de US$ 600 milhões

Como um programa de emagrecimento está transformando clínicas de estética em negócios milionários

Ela cortou R$ 1,2 bilhão em desperdício com compras mais inteligentes