Negócios

Gol prosseguirá com demissões de 850 funcionários da Webjet

Empresa afirmou que apresentou propostas de negociações por dois meses, todas elas rechaçadas


	Webjet contava com cerca de 1.500 empregados antes de ser comprada pela Gol em outubro de 2011
 (Divulgação)

Webjet contava com cerca de 1.500 empregados antes de ser comprada pela Gol em outubro de 2011 (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de março de 2013 às 09h09.

São Paulo - A Gol anunciou neste sábado que prosseguirá com a demissão de 850 funcionários que trabalhavam na Webjet, medida adotada em novembro do ano passado que tinha sido paralisada pela justiça.

A 23ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro emitiu em dezembro uma ordem provisória na qual anulava as demissões e determinava que a companhia deveria apresentar um plano de reintegração dos funcionários e negociar a saída dos trabalhadores com os sindicatos.

Em comunicado, a Gol afirmou que a companhia cumpriu com a decisão judicial de readmissão em 27 de dezembro e iniciou um processo de negociação sindical.

A Gol afirmou que apresentou propostas de negociações por dois meses, todas elas rechaçadas. De acordo com a empresa, após ter esgotado 'todas as tentativas', a companhia considera frustradas as negociações e prosseguirá com os desligamentos dos funcionários.

Em 23 de novembro, a Gol informou sobre as demissões e o cancelamento dos voos da Webjet como medidas no processo de fechamento das atividades da companhia e integração da marca.

A Webjet contava com cerca de 1.500 empregados antes de ser comprada pela Gol em outubro de 2011, uma operação que teve um custo de US$ 70 milhões.

Acompanhe tudo sobre:Aviaçãocompanhias-aereasDemissõesDesempregoEmpresasEmpresas brasileirasgestao-de-negociosGol Linhas AéreasServiçosSetor de transporteWebjet

Mais de Negócios

Essa mulher de 27 anos começou negócio com máquina de costura de US$ 100 – hoje fatura 6 dígitos

Esse ator milionário disse ao filho de 13 anos que ele teria que trabalhar para ter tênis de luxo

Essa mulher de 41 anos abriu negócio que rende US$ 600 mil: 'É a melhor forma de ganhar dinheiro'

Esse homem de 52 anos largou o emprego, comprou empresa falida e hoje fatura US$ 103 milhões