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Virgínia declara estado de emergência após confrontos em marcha

Segundo a polícia, prisões foram realizadas após a prefeitura da cidade declarar a ilegalidade da marcha

Confronto: o grupo protesta a retirada da estátua do general escravocrata Robert E Lee (Joshua Roberts/Reuters)

Confronto: o grupo protesta a retirada da estátua do general escravocrata Robert E Lee (Joshua Roberts/Reuters)

Luísa Granato

Luísa Granato

Publicado em 12 de agosto de 2017 às 13h58.

Última atualização em 12 de agosto de 2017 às 15h59.

São Paulo - A marcha "Unir a direita" marcada por supremacistas brancos neste sábado, 12, na cidade de Charlottesville, na Virgínia, nos EUA se tornou violenta rapidamente e a polícia tentou dispersar os manifestantes. O governador do estado americano declarou emergência para conter a escalada de violência, que deixou diversos feridos.

Segundo a polícia estadual, prisões foram realizadas após a prefeitura da cidade declarar a ilegalidade da marcha, que protesta contra a retirada da estátua do general Robert E Lee, comandante das forças escravocratas durante a Guerra Civil.

De acordo com informações da CNN, o confronto começou quando os manifestantes chegaram ao parque da cidade e encontraram com outros grupos de manifestantes contrários à marcha.

Entre os integrantes da 'Unir a direita", havia membros de milícias armados. Segundo o jornal New York Times, eles gritavam frases como "Vocês não vão nos substituir" e "Judeus não vão nos substituir".

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