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Vala comum com 100 corpos é encontrada ao sul de Mossul

O chefe da Polícia Federal do Iraque explicou que os corpos podem pertencer a antigos soldados das Forças de Segurança iraquianas

Iraque: a fossa foi achada quando a polícia escavava trincheiras para se proteger dos ataques dos extremistas (Thaier Al-Sudani/Reuters)

Iraque: a fossa foi achada quando a polícia escavava trincheiras para se proteger dos ataques dos extremistas (Thaier Al-Sudani/Reuters)

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EFE

Publicado em 8 de novembro de 2016 às 17h41.

Erbil - A polícia iraquiana investiga nesta terça-feira uma vala comum com mais de cem corpos de pessoas executadas pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI) que foi encontrada ao sul da cidade de Mossul.

O chefe da Polícia Federal do Iraque, o general Raed Yudet, disse à Agência Efe que os agentes encontraram a fossa perto da cidade de Hamam al Alil, 25 quilômetros ao sul de Mossul.

Yudet explicou que os corpos podem pertencer a antigos soldados das Forças de Segurança iraquianas.

A polícia tenta agora identificar as vítimas e cercou os arredores da fossa até que as autoridades competentes cheguem para suspender os corpos.

Yudet afirmou que a fossa foi achada quando a polícia escavava trincheiras para se proteger dos ataques dos extremistas em Hamam al Alil.

Segundo denunciou a ONU nesta terça-feira, combatentes do EI sequestraram no local 295 ex-integrantes das Forças de Segurança iraquianas e obrigaram 1,5 mil famílias a se deslocarem junto a eles ao aeroporto de Mossul. Unidades policiais e do Exército conquistaram Hamam al Alil no dia 5 de novembro.

A operação militar para expulsar o EI de Mossul e dos territórios ainda controlados pelos jihadistas na província de Ninawa foi iniciada no dia 17 de outubro pelas tropas iraquianas e pelas curdas peshmergas.

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