Mundo

Prefeito de Buenos Aires desiste de concorrer à presidência

Mauricio Macri será menos um obstáculo no caminho da atual presidente Cristina Fernández

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de maio de 2011 às 08h24.

BUENOS AIRES - O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, anunciou neste sábado que não concorrerá à Presidência da Argentina nas eleições de outubro, eliminando outro obstáculo potencial no caminho da atual presidente Cristina Fernández.

A mandatária ainda não confirmou se tentará a reeleição, mas sua candidatura é amplamente esperada e atualmente lidera as pesquisas de opinião, muito acima de um conjunto de candidatos opositores que continua diminuindo.

Macri, um milionário que já dirigiu o Boca Juniors, era considerado como a grande esperança da oposição de centro-direita. Mas o prefeito se encontrava em um distante terceiro lugar nas pesquisas, e seu chamado para uma ampla aliança oposicionista não atraiu os partidos de esquerda alinhados com o deputado Ricardo Alfonsín, atualmente o candidato mais forte da oposição.

"Estou convencido de que o melhor lugar onde posso dar hoje a contribuição para essa Argentina que todos queremos é a cidade de Buenos Aires", disse Macri no ato de lançamento de sua campanha para as eleições de 10 de julho na capital.

O vice-presidente Julio Cobos, o senador da União Cívica Radical Ernesto Sanz e o deputado de esquerda Fernando "Pino" Solanas já haviam desistido anteriormente.

Além de Alfonsín, outros possíveis candidatos da oposição incluem a parlamentar de centro-esquerda Elisa Carrió e os peronistas dissidentes Eduardo Duhalde, Alberto Rodríguez Saa e Felipe Solá.

 

Acompanhe tudo sobre:América LatinaArgentinagestao-de-negociosLiderança

Mais de Mundo

Secretário da Saúde de Trump diz que 20% das demissões feitas por Musk foram erros

Califórnia quer ficar isenta de represália comercial contra os EUA

Juiz ordena que imigrante deportado por engano para prisão em El Salvador retorne aos EUA

Reino Unido corre para fechar um acordo após tarifas de 10% impostas por Trump