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Papa deixará hospital o mais rápido possível, diz Vaticano

No domingo, Francisco fez sua primeira aparição pública desde a cirurgia, ficando de pé por cerca de 10 minutos enquanto discursava da varanda de sua suíte no hospital

Papa Francisco: a missa de Páscoa foi realizada com 200 pessoas devido às medidas de restrição (Filippo Monteforte/Reuters)

Papa Francisco: a missa de Páscoa foi realizada com 200 pessoas devido às medidas de restrição (Filippo Monteforte/Reuters)

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Reuters

Publicado em 13 de julho de 2021 às 09h02.

O papa Francisco continua seu tratamento e sua reabilitação após uma cirurgia intestinal há 10 dias e deixará o hospital o mais rápido possível, informou o Vaticano nesta terça-feira.

O boletim médico diário do Vaticano sobre a saúde do papa de 84 anos, que teve parte de seu cólon removido no dia 4 de julho, também afirma que ele se reuniu com muitos pacientes durante sua internação no hospital Gemelli, mas sentiu-se particularmente próximo "daqueles que estão acamados e não podem voltar para casa".

O boletim não dá mais detalhes sobre a condição do papa. O Vaticano disse na segunda-feira que ele ficaria mais alguns dias hospitalizado, para além dos sete dias de internação inicialmente previstos, para "otimizar suas terapias médicas e de reabilitação".

No domingo, Francisco fez sua primeira aparição pública desde a cirurgia, ficando de pé por cerca de 10 minutos enquanto discursava da varanda de sua suíte no hospital.

Ele não tem compromissos marcados para o restante do mês, exceto por suas bênçãos dominicais, embora o Vaticano esteja fazendo planos para uma visita papal à Eslováquia e à capital da Hungria, Budapeste, em meados de setembro.

Bispos escoceses anunciaram na segunda que o papa participará a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP26) em Glasgow, em novembro, caso sua saúde permita.

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