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Por um caso de coronavírus, Nova Zelândia retoma quarentena em sua maior cidade

Novas restrições em Auckland devem durar no mínimo sete dias e foram anunciadas após a detecção de um novo caso da doença

Jacinda Ardern: premiê anunciou neste sábado que um novo caso de coronavírus confirmado representa uma "causa de preocupação" (Hagen Hopkins/Getty Images)

Jacinda Ardern: premiê anunciou neste sábado que um novo caso de coronavírus confirmado representa uma "causa de preocupação" (Hagen Hopkins/Getty Images)

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AFP

Publicado em 27 de fevereiro de 2021 às 09h26.

Última atualização em 2 de março de 2021 às 19h24.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, ordenou neste sábado que a maior cidade do país, Auckland, volte a adotar o confinamento após a detecção de um novo caso de covid-19. As novas restrições em Auckland devem durar no mínimo sete dias e foram anunciadas menos de duas semanas depois de um confinamento de três dias na cidade.

A partir de domingo, os moradores da cidade de 1,7 milhão de habitantes terão que permanecer em suas casas, exceto para trabalhar ou fazer compras de primeira necessidade. Escolas e estabelecimentos comerciais não essenciais permanecerão fechados. O restante do país está submetido a restrições, como o limite de concentrações ao máximo de 100 pessoas e a obrigação do uso de máscara nos transportes públicos.

Ardern anunciou neste sábado que um novo caso de coronavírus confirmado representa uma "causa de preocupação", pois trata-se de uma pessoa contagiosa há uma semana que não estava em isolamento. O confinamento anterior, o primeiro em quase seis meses em Auckland, foi adotado após a descoberta de três casos na cidade.

Desde então, várias pessoas com um vínculo comum com uma escola do sul da cidade apresentaram sintomas. Ardern disse que o caso confirmado não pode ser diretamente vinculado a outros testes positivos registrados há duas semanas.

A primeira-ministra considera que a epidemia avança porque as pessoas não se isolam como deveriam. O balanço da Nova Zelândia na luta contra a covid-19 é elogiado pela comunidade internacional. Vinte e seis pessoas morreram vítimas da doença no país de cinco milhões de habitantes.

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