Mundo

Katia volta a ser furacão no Atlântico

"Katia ganhou novamente o status de furacão", com ventos de até 120 km/h, declarou o NHC no seu último boletim

"Katia ganhou novamente o status de furacão", com ventos de até 120 km/h, declarou o NHC no seu último boletim (AFP / Fred Dufour)

"Katia ganhou novamente o status de furacão", com ventos de até 120 km/h, declarou o NHC no seu último boletim (AFP / Fred Dufour)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de setembro de 2011 às 20h05.

Washington - Katia, que na quarta-feira tinha sido rebaixado à categoria de tempestade tropical, voltou a ser furacão na quinta-feira ao chegar ao Atlântico. O furacão segue na direção oeste e pode alcançar a costa dos Estados Unidos na próxima semana, anunciou o Centro Nacional de Furacões (NHC).

"Katia ganhou novamente o status de furacão", com ventos de até 120 km/h, declarou o NHC no seu último boletim.

Agora considerado um furacão de categoria 1 na escala de Saffir-Simpson que vai até 5, Katia se movimenta com uma velocidade de aproximadamente 22 km/h, segundo o NHC. A movimentação para o oeste pode ser mais lenta dentro das próximas 48 horas, mas o furacão ganhará mais força neste período.

Mesmo longe da região costeira, algumas das previsões do NHC indicam que o fenômeno pode afetar a costa leste dos Estados Unidos, que ainda se recupera dos estragos causados pelo furacão Irene.

De acordo com números oficiais, pelo menos 43 pessoas morreram em 11 estados durante a passagem de Irene no fim de semana passado nos EUA. Nova York contabilizou oito mortos; e Nova Jersey, sete.

No Caribe, Irene deixou cinco mortos e mais uma pessoa morreu no Canadá. No total, foram 49 mortos.

Katia poderá até o fim desta sexta-feira causar ondas "potencialmente mortais" nas Antilhas.

Acompanhe tudo sobre:Desastres naturaisEstados Unidos (EUA)FuracõesPaíses ricos

Mais de Mundo

EUA afirmam que 'mais de 50 países' já pediram revisão das tarifas de Trump

Israel ataca Hezbollah no sul do Líbano durante visita de enviada dos EUA

Macron propõe "ações fortes" contra a Rússia se continuar "dando as costas à paz"

Irã rejeita proposta dos EUA para negociações diretas sobre programa nuclear