Mundo

Insegurança preocupa 80% dos argentinos, diz pesquisa

Duas semanas após protesto contra as políticas de Cristina Kirchner, 48,6% dos entrevistados afirmaram que nem o governo nem a oposição responderam a suas reivindicações

Cristina Kirchner: no fim de semana passado, a presidente viajou a Río Gallegos (sul), onde celebrou uma cerimônia íntima por ocasião dos dois anos da morte de seu marido (©AFP / Alejandro Pagni)

Cristina Kirchner: no fim de semana passado, a presidente viajou a Río Gallegos (sul), onde celebrou uma cerimônia íntima por ocasião dos dois anos da morte de seu marido (©AFP / Alejandro Pagni)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de dezembro de 2012 às 12h39.

Buenos Aires - Para oito em cada dez argentinos, a insegurança é o maior problema de seu país, seguido pela inflação, apontada por 61,% deles, e o desemprego (51,1%), revela uma pesquisa da consultora Management & Fitch divulgada neste domingo pelo jornal 'Clarín'.

Duas semanas após o grande protesto contra as políticas do governo de Cristina Kirchner, 48,6% dos entrevistados afirmaram que nem o governo nem a oposição responderam de maneira adequada a suas reivindicações.

Para o 14,4%, foi 'majoritariamente a oposição' que tomou nota das reivindicações, enquanto apenas 5,9% consideraram que o governo levou em conta os pedidos, segundo a pesquisa.

Além da reação ao protesto, 48,1% dos consultados disseram que a Casa Rosada 'não se importa' com suas preocupações, enquanto para 33,7% 'o governo se ocupa delas pela metade', e apenas para 14,3% o governo trabalha bem na resolução dos principais problemas sociais e econômicos.

A pesquisa da Management & Fitch foi realizada de 19 a 28 de novembro e ouviu 2.100 pessoas presencialmente ou por telefone, e tem margem de erro de 2,3%. EFE

Acompanhe tudo sobre:América LatinaArgentinaPolítica

Mais de Mundo

Trump assina decretos para impulsionar mineração de carvão nos EUA

Casa Branca diz que cerca de 70 países pediram para negociar tarifas

Canadá anuncia que tarifas sobre alguns veículos dos EUA entram em vigor na quarta

Em alerta ao Irã, EUA aumentam a presença militar no Oriente Médio