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Ações da Apple caem após relatos de restrições ao iPhone na China

Diretriz é mais um passo na campanha de Pequim para reduzir dependência de tecnologia estrangeira e melhorar segurança cibernética

 (Future Publishing/Getty Images)

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Agência de notícias

Publicado em 7 de setembro de 2023 às 15h28.

As ações da Apple caíram pela segunda sessão consecutiva nesta quinta-feira (7), em Wall Street, após relatos de importantes restrições na China a dispositivos iPhone em escritórios governamentais e entidades apoiadas pelo Estado.

As ações da empresa caíram 2,8%, a 177,79 dólares (cerca de R$ 885,00), nas negociações da manhã.

Na quarta-feira, as ações caíram 3,6% depois de que o The Wall Street Journal reportou que autoridades chinesas proibiram funcionários de agências governamentais de usarem iPhones para fins profissionais e até mesmo levarem esses dispositivos para o local de trabalho.

Apple e governo chinês não se manifestam

Nesta quinta-feira, uma reportagem da Bloomberg News noticiou que a China planejava estender a proibição a agências apoiadas pelo governo e empresas estatais, ampliando o impacto da política em uma economia de planejamento centralizado.

A Apple e os funcionários chineses não responderam aos pedidos de comentários da AFP. Essa medida ocorre em meio a tensões crescentes entre Pequim e Washington.

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