Mercados

Ação da OGX não é mais a pior do setor, diz Citi

Empresa de Eike Batista foi substituída pela Braskem; Petrobras continua sendo preferida


	OGX, de Eike Batista, deixa de ser a pior ação do setor na opinião da Citi Corretora
 (Fernando Cavalcanti/EXAME.com)

OGX, de Eike Batista, deixa de ser a pior ação do setor na opinião da Citi Corretora (Fernando Cavalcanti/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de outubro de 2012 às 13h25.

São Paulo - Com o aporte de 1 bilhão de dólares de Eike Batista, a OGX (OGXP3) deixou o posto de pior ação do setor da Citi Corretora. Os papeís da petroleira foram substituídos pelos da Braskem (BRKM5), que ainda enfrenta um cenário desafiador na demanda.

Ainda assim, o analista Pedro Medeiros, que assina o relatório, afirma que a OGX é um investimento de alto risco, devido ao risco inerente associado com a exploração e o seu relativamente pequeno fluxo de caixa de curto prazo.

Segundo o analista, a demanda fraca, combinada com os altos preços do petróleo, deve prejudicar as margens da Braskem. Os recentes distúrbios geopolíticos elevaram os preços do petróleo bruto, deixando a empresa em desvantagem competitiva. 

Ele espera, no entanto, que os resultados da Braskem no terceiro trimestre – que serão apresentados dia 8 de novembro – sejam melhores. Assim como uma queda no preço do petróleo pode impulsionar uma alta para as ações. 

As ações da Petrobras continuam sendo as preferidas do setor, na opinião do Citi, principalmente por haver uma grande chance dos preços do combustível serem elevados nos próximos meses. 

Acompanhe tudo sobre:BraskemCapitalização da PetrobrasEmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEmpresas estataisEstatais brasileirasGás e combustíveisIndústria do petróleoOGpar (ex-OGX)OGXP3PetrobrasPetróleoQuímica e petroquímica

Mais de Mercados

Saúde (e cigarros!): As três ações nos EUA à prova de Trump que lideram o S&P 500

Wall Street perdeu US$ 9,8 trilhões desde a posse de Trump

CVM dá prazo até 7 de maio para Trustee apresentar pedido de OPA da Ambipar (AMBP3)

Cervejarias estimam que tarifas de Trump podem eliminar 100 mil empregos na Europa