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China amplia déficit e intensifica políticas fiscais para crescimento em 2025

País reforça investimentos públicos e busca equilíbrio entre crescimento econômico e sustentabilidade

Bandeiras de Hong Kong e da China (Peter Parks/AFP)

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Agência

Publicado em 10 de janeiro de 2025 às 15h14.

Última atualização em 10 de janeiro de 2025 às 15h46.

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O vice-ministro das Finanças da China, Liao Min, revelou no dia 10 de janeiro que o país adotará uma política fiscal mais ativa em 2025. O objetivo é intensificar a regulação contracíclica, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade fiscal no médio e longo prazo. As declarações foram feitas durante a conferência de imprensa da série “Os Resultados do Desenvolvimento Econômico de Alta Qualidade da China”, organizada pelo Escritório de Informação do Governo.

Segundo Liao, a nova abordagem será baseada em três pilares: força, eficiência e oportunidade. As medidas incluem:

  • Aumento da taxa de déficit orçamentário;
  • Reforço nas transferências para governos locais;
  • Emissão de títulos governamentais, incluindo títulos especiais de dívida pública de longo prazo.

O governo também buscará otimizar a estrutura de despesas, priorizando projetos que beneficiem diretamente a população e incentivem o consumo. Entre as iniciativas destacam-se o estímulo ao emprego estável, aumento da renda dos residentes e aprimoramento do sistema de segurança social.

Investimentos estratégicos e sustentabilidade

As políticas fiscais incluirão maior investimento em áreas estratégicas como:

  • Educação e pesquisa científica;
  • Revitalização rural;
  • Economia verde.

Além disso, o sistema fiscal e tributário será aprofundado, garantindo a prevenção de riscos e o funcionamento estável das finanças públicas.
Com essas medidas, o governo pretende gerar impacto real em curto prazo, estimulando investimentos sociais e maximizando a eficácia das políticas fiscais.

Flexibilidade para cenários complexos

Liao Min destacou que, apesar das complexidades do cenário econômico global, a China possui ferramentas e espaço político para agir de forma dinâmica. “Acompanharemos de perto as condições internacionais e domésticas, ajustando as políticas de forma dinâmica e introduzindo medidas de reserva gradualmente para garantir suporte sólido ao desenvolvimento econômico e social”, afirmou o vice-ministro.

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