Economia

Camex analisa retaliação do Brasil aos EUA

Brasília - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) se reúne hoje (17) para analisar a questão da retaliação comercial do Brasil aos produtos norte-americanos devido aos subsídios ao algodão. O encontro está marcado para as 14h30 no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No encontro, representantes de sete ministérios devem definir se o prazo […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h42.

Brasília - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) se reúne hoje (17) para analisar a questão da retaliação comercial do Brasil aos produtos norte-americanos devido aos subsídios ao algodão. O encontro está marcado para as 14h30 no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No encontro, representantes de sete ministérios devem definir se o prazo para a aplicação das retaliações deve ser ampliado para depois do dia 21 ou se elas serão aplicadas a partir deste mês. Em abril, a Camex adiou o início da retaliação, em busca de uma solução satisfatória para ambos os países. No começo do ano, o governo brasileiro foi informado que a Organização Mundial do Comércio (OMC) havia autorizado a imposição de retaliações aos EUA. Os valores envolvem US$ 591 milhões em mercadorias e US$ 238 milhões em impostos nas áreas de patentes e serviços.

A Camex deve avaliar hoje também a hipótese de reduzir o imposto de importação do aço, pois as siderúrgicas cogitam aumentar o preço do minério devido a um reajuste internacional. Caso isso ocorra, produtos como fogões, geladeiras, máquina de lavar e veículos podem ter os preços reajustados.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaComércioComércio exteriorDados de BrasilEstados Unidos (EUA)Países ricos

Mais de Economia

Isenção do IR para até R$ 5 mil: Lira diz que tem compromisso de não aumentar a carga tributária

Alckmin critica tarifas dos EUA e defende diálogo para resolver impasse comercial

Antecipação do 13º para aposentados do INSS: veja calendário de pagamentos

OMC diz que aumento de tarifas causará contração de 1% no comércio mundial