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Tarifas do Metrô, trens e ônibus aumentam em 1º de junho

O governado de São Paulo Geraldo Alckmin não revelou o preço da nova tarifa, disse apenas que o novo valor está sendo estudado


	Transporte público: Alckmin e Haddad disseram que o valor do aumento será definido até o dia 25
 (Germano Lüders / EXAME)

Transporte público: Alckmin e Haddad disseram que o valor do aumento será definido até o dia 25 (Germano Lüders / EXAME)

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Da Redação

Publicado em 17 de maio de 2013 às 12h48.

São Paulo - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta sexta-feira, 17, que o reajuste da tarifa do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) acontecerá no dia 1º de junho.

O prefeito Fernando Haddad (PT) também disse que o aumento da tarifa dos ônibus deve ocorrer nesse dia. Nenhum dos dois afirmou qual será o porcentual do reajuste. A tarifa custa hoje R$ 3.

"Provavelmente será no dia 1º de junho", disse Haddad. "A orientação que eu dei é de que o reajuste seja inferior à inflação. São Paulo está fazendo um esforço muito grande, manteve a tarifa congelada por dois anos e meio. Se a tarifa não aumenta, aumenta o subsídio."

Alckmin não revelou o preço da nova tarifa de metrô e trens. Disse apenas que o novo valor está sendo estudado. "Toda a gratuidade é o Tesouro que paga", afirmou Alckmin. "Todo investimento também. O número ainda não está fechado.

Alckmin e Haddad disseram que o aumento será definido até o dia 25, data limite para que os governos municipal e estadual enviem suas propostas de reajuste para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Municipal, respectivamente.

Em carta aberta à população de São Paulo - e em meio a uma campanha salarial que caminha para nova greve -, o Sindicato dos Metroviários disse nessa quinta-feira, 16, que a passagem do Metrô vai ser reajustada para R$ 3,40 no dia 1.º

A informação, segundo os sindicalistas, vem circulando no Metrô desde fevereiro. Alckmin não comentou o valor divulgado pelo sindicato. O índice de reajuste, por esse valor, ficaria em 13,3% - maior do que a inflação acumulada desde fevereiro do ano passado, que foi de 8,9%.

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