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Raquel Dodge pede ao Supremo que barre apreensão de livros na Bienal

Decisão judicial permitiu, no fim de sábado, a apreensão das obras com a temática LGBT na Bienal do Livro no Rio de Janeiro

Raquel Dodge: petição de contracautela tem como objeto a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Estado (Leonardo Prado/Secom/PGR/Flickr)

Raquel Dodge: petição de contracautela tem como objeto a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Estado (Leonardo Prado/Secom/PGR/Flickr)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 8 de setembro de 2019 às 10h21.

Última atualização em 8 de setembro de 2019 às 10h25.

São Paulo - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, requereu, na manhã deste domingo (8), a suspensão da decisão judicial que, no fim de sábado, permitiu a apreensão das obras com a temática LGBT na Bienal do Livro no Rio de Janeiro.

Encaminhada ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, a petição de contracautela tem como objeto a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Estado que suspendeu liminar concedida em mandado de segurança apresentado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a empresa GL Events Exhibitions.

Os organizadores da Bienal reagiram à determinação do prefeito municipal e do secretário da Ordem Pública para que fossem recolhidas obras sobre o tema.

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